Você sabe qual é a extensão, a distribuição espacial e, sobretudo, a persistência da recuperação florestal recente na Mata Atlântica brasileira, e o que isso implica para estratégias de restauração e conservação em larga escala?
O artigo “Um longo caminho rumo à resiliência: recuperação florestal em larga escala, mas persistência limitada na Mata Atlântica”, publicado no Perspectives in Ecology and Conservation, de autoria do pesquisador de pós-doutorado Vinicius Tonetti (CCN-UFSCar), analisa a recuperação florestal em toda a Mata Atlântica brasileira utilizando mapas anuais de cobertura do solo de alta resolução.
“Os resultados mostram que cerca de 1,67 milhão de hectares de floresta se regeneraram e permaneceram no período, evidenciando um forte potencial de recuperação natural, especialmente em áreas previamente ocupadas por pastagens e mosaicos agrícolas. No entanto, aproximadamente 568 mil hectares regeneradas foram posteriormente desmatados, indicando baixa persistência em parte significativa da regeneração.”
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